Dom, 29 de Setembro de 2013 13:39

Empresas aumentam uso Linux para reduzir custos

Empresas aumentam uso Linux para reduzir custos, revela pesquisa

Maior desempenho e menor dependência dos fornecedores também foram fatores apontados por grande parte dos 200 executivos de TI ouvidos em estudo recente encomendado pela SUSE

 

Segurança, escalabilidade e resiliência são algumas das características que levaram o Linux a alcançar níveis inéditos de implementação em ambientes empresariais, de acordo com estudo recente encomendado pela SUSE, do qual participaram 200 executivos de TI de empresas de médio e grande porte. A maioria delas com mais de 5 mil funcionários, dos setores de serviços financeiros, assistência médica, indústria, governo, varejo e educação. Deste total, 83% executam Linux em seus servidores e mais de 40% como o principal sistema operacional ou como uma das suas principais plataformas.

Os principais motivos para a adoção do Linux incluem seu baixo custo total de propriedade (TCO, na sigla em inglês), maior desempenho e o desejo dos clientes de evitar a dependência de fornecedores.

Além disso, o Linux é, cada vez mais, o sistema operacional escolhido para aplicações corporativas fundamentais. Muitas empresas estão executando ou planejam executar aplicações de bancos de dados (69%), armazenamento de dados (62%), inteligência de negócios (62%), gestão de relacionamento com clientes ou CRM (42%) e planejamento de recursos empresariais ou ERP (31%) em servidores Linux nos próximos 12 meses.

“Nós sabíamos que o Linux tinha progredido bastante durante os 20 anos de operação da SUSE e estamos satisfeitos pelos dados nos mostrarem isso claramente. Hoje, a questão relevante não é por que ou quando você deve utilizar o Linux, é onde você deveria estar utilizando o Linux. Empresas que não consideram ativamente o Linux como a base das suas iniciativas de transformação ou modernização de data center correm o risco de ficar para trás em termos financeiros e tecnológicos”,diz Michael Miller, vice-presidente de marketing e alianças globais da SUSE.

Os resultados do estudo foram compilados em abril e maio de 2013.

Entre outras conclusões do estudo estão:

• Bancos de dados (17%) e inteligência de negócio (17%) são as aplicações mais populares executadas em Linux, seguidas por servidores web (14%), sistemas de CRM (12%), armazenamento de dados (12%) e aplicativos personalizados/verticais (8%).

• Ao avaliarem o Linux como uma alternativa ao UNIX, as prioridades são suporte, segurança e habilidades internas.

• Quase 60% dos participantes concordam que mudar para plataformas de software livre como o Linux garantirá que as suas organizações evitem a dependência de fornecedores.

“É evidente que o Linux continuou a amadurecer tanto como uma base para nuvens em grande escala, quanto como um forte concorrente para o tipo de cargas de trabalho empresariais que anteriormente estavam confortáveis apenas em sistemas RISC/UNIX ou grandes sistemas Microsoft Server”, afirma Richard Fichera, vice-presidente e analista principal da Forrester Research.

 

Fonte: http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2013/09/17/empresas-aumentam-uso-linux-para-reduzir-custos-revela-pesquisa/?goback=%2Egde_3873491_member_277172859#%21

 

A Justiça condenou a cerâmica Portobello S/A a pagar indenização por dano moral coletivo no valor de R$ 1 mil por empregado que tenha trabalhado de janeiro de 2006 a agosto de 2008, período em que foram constatadas fraudes em registros de ponto eletrônico de empregados. A sentença condenatória, aplicada pela juíza Sônia Maria Ferreira Roberts, da 1ª Vara do Trabalho de Balneário Camboriú em Ação Civil Pública, ocorre justamente quando, após vários adiamentos, entra em vigor a exigência de entrega de recibo impresso das horas extras para o trabalhador.

A partir de indícios de que a Portobello estava manipulando o sistema de ponto eletrônico, para excluir horas extras feitas por seus empregados, o Ministério Público do Trabalho instaurou uma investigação. Além de depoimentos de partes e testemunhas em ações trabalhistas, colheu depoimento de outros empregados, que confirmaram a prática noticiada. Com base em laudo pericial, feito por peritos criminais federais, o MPT concluiu que havia a alteração de registro de horário e, por conta disso, ajuizou ação civil pública.

A empresa defendeu-se negando a prática, sustentando não haver documento que provasse a alegada manipulação de cartões de ponto. Afirmando cumprir rigorosamente a lei e o acordo coletivo de trabalho que dispõe sobre banco de horas, a Portobello acrescentou que ao adquirir o sistema eletrônico de controle de jornada, foi informada que o sistema era imune a fraudes ou manipulações. Garantiu que sempre determinou a correta anotação e o pagamento ou compensação de todas as horas trabalhadas, fossem extras ou não.

Em manifestação, com base no artigo 879 do Código de Processo Civil, o MPT pediu que fosse determinado à ré que se abstenha de punir empregados em razão da adulteração de controles de jornada dos trabalhadores, com base na informação da defesa de que a ré teria instaurado comissão de sindicância interna.

Os vários depoimentos das testemunhas tomados no inquérito policial e no procedimento instaurado pelo MPT para concluir que havia a fraude, foram essenciais para a decisão da juíza Sônia Roberts.

 
Sex, 11 de Maio de 2012 20:43

Ponto eletrônico: alternativas são permitidas

No dia 2 de abril deste ano, as empresas com mais de dez empregados que já usavam equipamento eletrônico para o registro da jornada de trabalho passaram a utilizar o Registro Eletrônico de Ponto (REP). Porém, a Portaria 373/2011 do Ministério do Trabalho prevê a possibilidade de que as empresas utilizem sistemas alternativos de controle da jornada, desde que seja feito acordo com o sindicato da categoria e respeitadas as exigências previstas em lei.

O advogado trabalhista Leonardo Zacharias, do escritório Becker, Pizzatto & Advogados Associados, aponta que a vantagem para o empregador está na possibilidade de utilizar aparelhos eletrônicos diferentes do REP. Na prática, as empresas teriam menos custos para registrar a entrada e saída de seus funcionários, já que o REP é um dos dispositivos mais caros encontrado no mercado para registro de jornada. “Além disso, as que já possuem registro eletrônico de ponto poderiam continuar utilizando o seu sistema, sem necessidade de investir em novos equipamentos”, complementa.

Para que esses sistemas alternativos possam ser adotados, as empresas precisam procurar o sindicato funcional de sua categoria para realizar Acordo Coletivo de Trabalho. O advogado considera que não há qualquer prejuízo aos empregados na realização do Acordo ou Convenção Coletiva para tratar de controle alternativo de ponto.

 Fonte: http://www.incorporativa.com.br/mostranews.php?id=8185

Um sindicato que aderiu a portaria 373 no Espirito Santo foi o Sindmetal.

Saudações

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